
A gravidade do pecado da impureza, também chamado de luxúria, é a mancha de um membro de Cristo. Quando eu cometo um pecado de impureza, não sujo apenas a mim mesmo, mas também ao Corpo de Cristo, do qual sou membro. É nesse sentido que São Paulo alertava os fiéis de Corinto sobre a gravidade desse pecado.“Tomarei, então, os membros de Cristo, e os farei membros de uma prostituta? Ou não sabeis que o que se ajunta a uma prostituta se torna um só corpo com ela? Está escrito: Os dois serão uma só carne (Gn 2,24).” (1Cor6,16)
Vemos que para o Apóstolo, entregar-se à prostituição é o mesmo que prostituir o corpo de Cristo. Esta é uma realidade religiosa da qual ainda não tomamos ciência plena; isto é, toda vez que eu peco, o meu pecado atinge todo o Corpo de Cristo. Esta é uma das razões porque nos confessamos com o ministro da Igreja: para nos reconciliarmos com ela, que foi manchada pela nossa falta.
O ato sexual é a “liturgia” do amor conjugal, sua maior manifestação. No ápice da sua celebração o filho é gerado, como a verdadeira encarnação do amor dos pais; e por isso, a Igreja não aceita que o filho seja gerado sem a participação dos próprios pais, num ato sexual.
Sem amor e sem compromisso o sexo torna-se vazio, perigoso e banal. São terríveis as consequências da vida sexual antes ou fora do casamento: adolescentes grávidas, sem o mínimo de preparo para serem mães, pais solteiros; filhos abandonados e órfãos de pais vivos; abortos; adultérios; destruição familiar; doenças venéreas; AIDS, etc.
Muitos são os atos contra a pureza. O nosso Catecismo os chama de “ofensas à castidade”: Luxúria, masturbação, fornicação, pornografia, prostituição, estupro, adultério, etc.
A luxúria é definida como a busca do prazer sexual por si mesmo, isolado das finalidades de procriação e de união do casal.
Toda união carnal entre um homem e uma mulher livres, fora do casamento, é chamada de fornicação. O adultério acontece quando esta união envolve um homem ou uma mulher casados;
Toda exibição sexual, fora da intimidade dos parceiros, real ou simulada, é pornografia. Ela acontece hoje através de todos os meios de comunicação, agora até mesmo pelo telefone e computador;
A prostituição é hoje um verdadeiro “flagelo social” que envolve crianças, jovens, homens, mulheres, muitas vezes levados a isto por causa da miséria, chantagens e pressões diversas;
O estupro ofende gravemente a castidade, já que é uma seríssima violência à intimidade sexual da pessoa estuprada. Mais grave ainda é o incesto, estupro cometido pelos pais, ou educadores. E o crescimento de tais práticas só se explica pela decadência moral da nossa época, principalmente, por causa das TVs e dos filmes eróticos.
A castidade longe de ser uma prisão, ao contrário, abre cada vez mais as portas da verdadeira liberdade, e só compreende isto quem a vive.
Para haver a castidade nos nossos atos, é preciso que antes ela exista, em nossos pensamentos e palavras. Jamais será casto aquele que permitir que os seus pensamentos, olhos, ouvidos, vagueiem pelo mundo do erotismo. É por não observar esta regra, que a maioria pensa ser impossível viver a castidade.
O jovem que quer se manter puro e casto antes do casamento, terá que fugir de toda ocasião que possa excitar a paixão. O namoro não é o tempo de viver as carícias matrimoniais, pois elas são o prelúdio do ato sexual, que não deve ser realizado no namoro. Além disso, será preciso para todos, solteiros e casados, o auxílio da graça de Deus; para os solteiros, a fim de que se não vivam o sexo antes do casamento; para os casados, a fim de serem fiéis um ao outro.
É grande a recompensa daquele que luta bravamente para manter a própria pureza. Jesus disse que esses são bem aventurados porque verão a Deus.
Um jovem casto é um jovem forte, cheio de energias para o descobrimento de sua vida profissional e moral. É na luta para manter a castidade que ele se prepara para ser fiel à sua esposa amanhã.
Para haver a castidade nos nossos atos, é preciso que antes ela exista, em nossos pensamentos e palavras. Jamais será casto aquele que permitir que os seus pensamentos, olhos, ouvidos, vagueiem pelo mundo do erotismo. É por não observar esta regra, que a maioria pensa ser impossível viver a castidade.
O jovem que quer se manter puro e casto antes do casamento, terá que fugir de toda ocasião que possa excitar a paixão. O namoro não é o tempo de viver as carícias matrimoniais, pois elas são o prelúdio do ato sexual, que não deve ser realizado no namoro. Além disso, será preciso para todos, solteiros e casados, o auxílio da graça de Deus; para os solteiros, a fim de que se não vivam o sexo antes do casamento; para os casados, a fim de serem fiéis um ao outro.
É grande a recompensa daquele que luta bravamente para manter a própria pureza. Jesus disse que esses são bem aventurados porque verão a Deus.
Um jovem casto é um jovem forte, cheio de energias para o descobrimento de sua vida profissional e moral. É na luta para manter a castidade que ele se prepara para ser fiel à sua esposa amanhã.
FONTE : "Os pecados e as virtudes capitais - Prof. Felipe Aquino"